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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Nova Gokula em Maha limpeza
quarto dia a satisfaçao de ter a grande misericordia de poder servir o dhama sagrado ,a satisfaçao de ver Nova gokula limpinha isso nao tem preço ,.HARE KRSNA
Muktirão em Nova Gokula
Punar Mushiko Bhava !!!!
Lokasaksi Dasa
Jaya Srila Prabhupada ! Lila !
पुनर् मूषिको भव Punar mūshiko bhava, “novamente torne-se um camundongo”
Jaya Srila Prabhupada ! Lila !
पुनर् मूषिको भव Punar mūshiko bhava, “novamente torne-se um camundongo”
É muito triste viver essa realidade
Syamapada Dasa
para Sri Gauravani Gaudiya Matha
Frequentemente recebo ligações dos devotos me informando dos eventos do templo e pedindo doações para isto ou aquilo, também recebo cartas e informativos muito úteis e delicados a respeito dos eventos e dos sannyasis.
Acho isso tudo muito bom, uma vez que quero me manter informado a cerca do que acontece no templo do “Yoga do Amor”.
É uma pena que de Yoga do Amor não tenha nada... Sempre que visito o templo ao qual eu tanto me dediquei eu sou ofendido de alguma forma ou acabo vítima de uma cruel intolerância. Entendo e aceito perfeitamente o “grau” evolutivo de cada um, tanto que, apesar de ter fama de “briguento”, nunca respondi ou levantei a voz a ninguém, dentro ou fora do templo. Entretanto, os episódios de grosseria e intolerância em público com os devotos e com os visitantes, com ou sem motivo, não deixam de me surpreender. Não é de hoje que os devotos da Sri Gauravani são conhecidos pela sua grosseria e falta de atenção com os devotos e visitantes, mas o que mais impressiona não é o fato em si, mas sim a prevalência do mesmo. Afinal, com tanta prática, austeridade, renúncia e associações diretas com os pregadores não era de se esperar que os ensinamentos de tolerância, humildade, paciência e tranquilidade se tornassem prevalentes no comportamento dos devotos? Aparentemente, não.
Tudo se torna muito bonito na teoria, e todos se tornam santos dedicados e imaculados em suas próprias cabeças infladas pelo ego. É sempre mais fácil culpar os devotos que saem de cabeça baixa e coração partido do que os intolerantes que causam a sua partida. Afinal, todos nós temos um sukrtômetro instalado dentro do nosso coração que diz: “ahh fulano deixou de vir por falta de sukrt...”. É muito triste viver essa realidade, onde não há espaço para o meio termo, para a conciliação, sem congregação, sem amizade e cumplicidade, sem apoio e sem compreensão. Para alguns é muito difícil tentar ser um vaisnava e se torna ainda mais difícil quando ele sai do convívio de seus irmãos humilhado e ofendido. Não digo que seja este o meu caso, mas sei muito bem que é o caso de muitos que se foram e não voltaram.
Eu sempre tolerei muito bem as humilhações e as ofensas feitas à minha pessoa, pode falar o que quiser, não me abala mesmo. Mas quando essas ofensas começam a ser direcionadas à minha familia, as coisas mudam de figura. Pelo que eu entendo na minha imensa ignorância, religião é feita para todos, PRINCIPALMENTE para as famílias e para as crianças, que se tornarão os futuros vaisnavas e cidadãos. Desde que eu me entendo como gente, as famílias vão juntas à “igreja”, pai, mãe, filho, filha, avó... E lá, juntos, absorvem os ensinamentos, cada um conforme a sua qualificação, para coloca-los em prática no seu dia a dia. Mas este templo é o único lugar que eu observo onde as familias não são bem-vindas! Crianças fazem barulho e idosos necessitam de conforto para se sentar! Mas isso não quer dizer que por conta da intolerância eles devam ser excluídos do convívio na “igreja”. Isso é muito burro! É como dar um tiro no pé! As pessoas não ficam solteiras para sempre e os casais, eventualmente, têm filhos. Se o templo exclui da equação as famílias, aonde que os ensinamentos vão ser transmitidos para os jovens? Para quem vocês vão pregar? Qual se torna o objetivo disso tudo? O templo vai esvaziar, esvaziar e esvaziar... E aquelas pessoas que conheceram Gurudeva pessoalmente ao lado de vocês, que serviram Gurudeva pessoalmente com vocês, essas, vocês não verão mais... E onde foi parar o canto CONGREGACIONAL dos santos nomes? É uma pena perceber que casar significa deixar de ser devoto, e é ainda pior ouvir isso de pregadores, ouvir dos seus irmãos espirituais que o casamento destrói a vida espiritual, que a vida familiar acaba com a devoção e etc, etc. Bem, isso não é verdade...
Bem, vou ficando por aqui e deixando esse alerta. Não desrespeitem os devotos, nem as suas famílias, ou seus filhos. É muito feio. Acredito que está na hora de pegar os muitos ensinamentos transmitidos e coloca-los em prática. Se esforcem para que os devotos não deixem o templo, principalmente nossos irmãos espirituais, tentem ser o exemplo que vocês tanto falam, ofereçam ao invés de pedir, respeitem ao invés de exigir, tolerem ao invés de reprimir e sorriam ao invés de franzir. A vida já é muito dura e difícil e não precisa ser assim também dentro do templo. Quanto a mim, se as ofensas à minha família continuarem eu me afastarei cada vez mais e mais, e se as ofensas perdurarem eu farei de tudo para que as pessoas não acreditem mais nessa mentira que está sendo perpretada.
Yoga é um modo de vida com teoria + prática diária... Vivam a mudança, aceitem o jugo de Gurudeva, se tornem dóceis e amáveis, sejam felizes, amem, sorriam, olhem o céu azul e o sol brilhante, a vida é bela e não há motivo para sofrer ou para franzir o cenho!
Por favor, aceitem as minhas desculpas por tantas ofensas cometidas ao longo dessa carta.
Syamapada Dasa
para Sri Gauravani Gaudiya Matha
Frequentemente recebo ligações dos devotos me informando dos eventos do templo e pedindo doações para isto ou aquilo, também recebo cartas e informativos muito úteis e delicados a respeito dos eventos e dos sannyasis.
Acho isso tudo muito bom, uma vez que quero me manter informado a cerca do que acontece no templo do “Yoga do Amor”.
É uma pena que de Yoga do Amor não tenha nada... Sempre que visito o templo ao qual eu tanto me dediquei eu sou ofendido de alguma forma ou acabo vítima de uma cruel intolerância. Entendo e aceito perfeitamente o “grau” evolutivo de cada um, tanto que, apesar de ter fama de “briguento”, nunca respondi ou levantei a voz a ninguém, dentro ou fora do templo. Entretanto, os episódios de grosseria e intolerância em público com os devotos e com os visitantes, com ou sem motivo, não deixam de me surpreender. Não é de hoje que os devotos da Sri Gauravani são conhecidos pela sua grosseria e falta de atenção com os devotos e visitantes, mas o que mais impressiona não é o fato em si, mas sim a prevalência do mesmo. Afinal, com tanta prática, austeridade, renúncia e associações diretas com os pregadores não era de se esperar que os ensinamentos de tolerância, humildade, paciência e tranquilidade se tornassem prevalentes no comportamento dos devotos? Aparentemente, não.
Tudo se torna muito bonito na teoria, e todos se tornam santos dedicados e imaculados em suas próprias cabeças infladas pelo ego. É sempre mais fácil culpar os devotos que saem de cabeça baixa e coração partido do que os intolerantes que causam a sua partida. Afinal, todos nós temos um sukrtômetro instalado dentro do nosso coração que diz: “ahh fulano deixou de vir por falta de sukrt...”. É muito triste viver essa realidade, onde não há espaço para o meio termo, para a conciliação, sem congregação, sem amizade e cumplicidade, sem apoio e sem compreensão. Para alguns é muito difícil tentar ser um vaisnava e se torna ainda mais difícil quando ele sai do convívio de seus irmãos humilhado e ofendido. Não digo que seja este o meu caso, mas sei muito bem que é o caso de muitos que se foram e não voltaram.
Eu sempre tolerei muito bem as humilhações e as ofensas feitas à minha pessoa, pode falar o que quiser, não me abala mesmo. Mas quando essas ofensas começam a ser direcionadas à minha familia, as coisas mudam de figura. Pelo que eu entendo na minha imensa ignorância, religião é feita para todos, PRINCIPALMENTE para as famílias e para as crianças, que se tornarão os futuros vaisnavas e cidadãos. Desde que eu me entendo como gente, as famílias vão juntas à “igreja”, pai, mãe, filho, filha, avó... E lá, juntos, absorvem os ensinamentos, cada um conforme a sua qualificação, para coloca-los em prática no seu dia a dia. Mas este templo é o único lugar que eu observo onde as familias não são bem-vindas! Crianças fazem barulho e idosos necessitam de conforto para se sentar! Mas isso não quer dizer que por conta da intolerância eles devam ser excluídos do convívio na “igreja”. Isso é muito burro! É como dar um tiro no pé! As pessoas não ficam solteiras para sempre e os casais, eventualmente, têm filhos. Se o templo exclui da equação as famílias, aonde que os ensinamentos vão ser transmitidos para os jovens? Para quem vocês vão pregar? Qual se torna o objetivo disso tudo? O templo vai esvaziar, esvaziar e esvaziar... E aquelas pessoas que conheceram Gurudeva pessoalmente ao lado de vocês, que serviram Gurudeva pessoalmente com vocês, essas, vocês não verão mais... E onde foi parar o canto CONGREGACIONAL dos santos nomes? É uma pena perceber que casar significa deixar de ser devoto, e é ainda pior ouvir isso de pregadores, ouvir dos seus irmãos espirituais que o casamento destrói a vida espiritual, que a vida familiar acaba com a devoção e etc, etc. Bem, isso não é verdade...
Bem, vou ficando por aqui e deixando esse alerta. Não desrespeitem os devotos, nem as suas famílias, ou seus filhos. É muito feio. Acredito que está na hora de pegar os muitos ensinamentos transmitidos e coloca-los em prática. Se esforcem para que os devotos não deixem o templo, principalmente nossos irmãos espirituais, tentem ser o exemplo que vocês tanto falam, ofereçam ao invés de pedir, respeitem ao invés de exigir, tolerem ao invés de reprimir e sorriam ao invés de franzir. A vida já é muito dura e difícil e não precisa ser assim também dentro do templo. Quanto a mim, se as ofensas à minha família continuarem eu me afastarei cada vez mais e mais, e se as ofensas perdurarem eu farei de tudo para que as pessoas não acreditem mais nessa mentira que está sendo perpretada.
Yoga é um modo de vida com teoria + prática diária... Vivam a mudança, aceitem o jugo de Gurudeva, se tornem dóceis e amáveis, sejam felizes, amem, sorriam, olhem o céu azul e o sol brilhante, a vida é bela e não há motivo para sofrer ou para franzir o cenho!
Por favor, aceitem as minhas desculpas por tantas ofensas cometidas ao longo dessa carta.
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Jornal Hare Krsna Brasil é licenciado Licença Creative Commons
Ao copiar qualquer artigo por gentileza mencionar o link o credito do autor .
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