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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O Surgimento da Deusa Durga




 Durga surgiu durante a guerra primordial entre os deuses e demônios, quando nenhum dos oponentes conseguia vencer e os combates se prolongavam incessantemente. Sem saber o que fazer, os deuses se reuniram e concentraram seus pensamentos na busca de uma solução. Suas energias mentais plasmaram-se EM FORMA DE raios vermelhos, brancos e pretos que, ao se condensarem, deram origem a um pilar de luz brilhante. Deste pilar emergiu uma mulher de extraordinária beleza, cavalgando um leão.

Reconhecendo seu poder, os Deuses cederam a essa primeira manifestação da energia feminina, chamada de Devi, todas suas armas celestiais e lhe pediram para combater Durga, um monstro ameaçador. Após vencê-lo, Devi adotou seu nome, como comprovação de sua vitória.

No entanto, a maior ameaça era representada por Mahishasura, o terrível demônio disfarçado de búfalo. O termo “demônio” (asur) representava, para os hindus, um ser maligno causador de discórdia, violência e destruição. O “asur” Mahisha tinha escapado dos ataques dos deuses e assumido várias formas, pois somente poderia ser vencido por uma energia feminina.

Durga lutou corajosamente com Mahishasura, que usou de seus poderes para assumir várias formas aterrorizadoras. Mas Durga era imune a sua força mágica e, quando ele retornou a sua forma costumeira de búfalo, Durga o matou com sua espada, libertando assim a Terra de sua presença nociva.

Durga é representada com quatro, oito, dez ou dezesseis braços, porém sempre segurando suas insígnias, que são a espada, o tridente, o chocalho e uma vasilha de sangue ou uma flor de lótus, enquanto cavalga, ora um leão, ora um tigre. Era conhecida com “A Inacessível”, por morar em lugares longínquos e recusar-se a interagir com seus devotos. Sendo a personificação do poder conjunto dos deuses, Durga tem uma natureza complexa, difícil de compreender, devido a suas características - às vezes contraditórias.

Quando fica raivosa, ela assume o aspecto sanguinário de Kali, sendo às vezes confundida com ela. No entanto, ela também é Mataji, a Mãe do Universo, cuja natureza compassiva e amorosa pode ser invocada para restaurar a paz no mundo e acalmar as mentes e corações em tempo de crise ou violência.

Em seu aspecto mais compreensível, Durga simboliza o poder de resistência e combate às forças maléficas. Nada mais oportuno do que invocá-la nestes momentos de conturbação e ameaça à humanidade e à paz mundial.

Para as mulheres atuais, Durga oferece um modelo de poder interior por representar a inteligência criativa que sabe usar a estratégia, a prudência, a coragem e a determinação para lutar por seus objetivos, por sua independência e pela libertação das amarras dos condicionamentos passados.




quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Daya - Instituto Holístico

Om Tat Sat!!!


                                                                Daya - Instituto Holístico


Instituto que visa a prática e a formação de profissionais nos diversos campos do saber holístico

Daya - Instituto Holístico, Unidade I, Rua Dr. Rubião Jr, 55, piso superior, no centro de Pindamonhangaba.

Daya Instituto Holístico, Unidade II, fica situado numa área de preservação ambiental, dentro da Serra da Mantiqueira, onde o verde tem mais tons, onde o ar que inalamos é mais puro, onde os pássaros são mais felizes porque livres...onde os cantos são tantos e tão alegres que a vida chega a ser mágica..tão mágica quanto a paisagem que nos atravessa.
Venham nos visitar. Estamos dentro da Fazenda Nova Gokula, Pindamonhangaba-SP

Contato: institutodaya@hotmail.com

12 3527-0704 ou 12 9702-8250






Sagrado Feminino


Shanti Shanti Shanti !

Quando a mulher começa entrar em contato com o mundo do Sagrado Feminino, ela começa a perceber e reconhecer o seu poder pessoal e espiritual

                                                               Sagrado Feminino



Tridevi : Lakshmi, Parvati e Sarasvati


                                               NAVARATRI- 24 de set a 3 de outubro.



Festival que celebra a Mãe Divina nas formas de Durga, Lakshmi e Sarasvati. Na Índia, o festival é comemorado com muitos pujas, orações e bhajans.

“O Navaratri se aproxima. São nove dias dedicados a Mãe Divina: três dias para Durga, três para Lakshmi e três para Sarasvati. Mas, na nossa linhagem, fazemos alusão mais especificamente à Durga, um poder que está dentro e fora de cada um de nós. Ela é a shakti do senhor Shiva e é quem dá o poder para a transformação. Somente ela possui o poder de destruir o demônio Mahisha, que é a personificação do egoísmo.

Esse é um tempo no qual são sugeridos alguns cuidados especiais. É um momento de máximo recolhimento, no qual você deve evitar qualquer tipo de distração. É um bom momento para jejuar ou pelo menos para uma austeridade em relação à língua. Muita energia passará pelo seu corpo, portanto, o ideal é não abusar da comida. É um momento para estar consigo mesmo, se dedicando à prática do japa (repetição de mantras).

Durante esse período a transformação é amplificada, pois as camadas do eu inferior são focalizadas e vêm para a superfície, com o objetivo de purificar a sua ação, a sua língua, a sua mente e o seu coração.”

 Om Durgaye Namah!


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